Histórico da Selic
Últimas decisões do COPOM sobre a meta da taxa Selic.
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O que é a Selic?
A Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é a taxa de juros que o Banco Central usa para controlar a inflação. O COPOM se reúne a cada 45 dias para definir a meta. A Selic é a “mãe de todas as taxas”: quando ela sobe, o crédito fica mais caro e a renda fixa rende mais; quando cai, o contrário acontece.
O histórico da Selic revela os ciclos econômicos do Brasil. Desde 2019, passamos por um ciclo de queda (de 6,5% para 2% em 2020, durante a pandemia), depois de forte aperto (de 2% para 13,75% entre 2021 e 2022) e agora de cortes progressivos. Cada ciclo reflete a resposta do Banco Central ao comportamento da inflação e da atividade econômica.
Gráfico
Últimas 24 decisões
| Data | Meta Selic |
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Como ler o histórico
Cada linha da tabela é uma decisão do COPOM. Um ciclo de alta indica que o Banco Central está combatendo a inflação; um ciclo de queda sinaliza estímulo à atividade econômica. A tabela acima é atualizada automaticamente a partir dos dados oficiais do BCB a cada decisão.
Para o investidor, o histórico da Selic importa em dois sentidos: primeiro, no rendimento da renda fixa (que acompanha a Selic); segundo, como sinal de direção, já que o mercado antecipa os próximos passos do COPOM nos juros futuros.
Perguntas frequentes
Quando o COPOM decide a Selic?
O Comitê de Política Monetária se reúne a cada 45 dias, em um calendário anual divulgado pelo Banco Central. As decisões são anunciadas em comunicados ao fim de cada reunião.
O que a Selic alta significa para quem investe?
Renda fixa (CDB, Tesouro, poupança) passa a render mais, e o crédito fica mais caro. Para quem tem dívida, a Selic alta aumenta o custo do cheque especial e do cartão.
Qual a diferença entre a Selic meta e a Selic efetiva?
A meta é definida pelo COPOM; a Selic efetiva é a taxa média praticada no mercado de reservas bancárias, que fica muito próxima da meta. Nos títulos do Tesouro, o que conta é a Selic efetiva.